Autor: Eduardo Almeida, MD, PhD »

Em 1913, Nikolai Anitschkow, em St. Petersburg, Rússia, alimentou coelhos com colesterol e constatou alterações ateroscleróticas em suas artérias. Só mais tarde um outro pesquisador russo, vivendo nos EUA, retomou a tese lipídica.

Em 1954, seu compatriota, David Kritchevsky, publicou um artigo no Am.J Physiology (Jul-Sept, 1954), onde chamava a atenção dos cientistas para a emergência da epidemia de doença coronária (DC). Afirmava que seus estudos comprovavam ser o colesterol o produtor da arteriosclerose no coelho, e propunha o uso das gorduras polinsaturadas vegetais para reduzir os níveis de colesterol além da redução do consumo de gorduras animais.

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Dica de Leitura

O mito do colesterol: Por que a diminuição do seu colesterol não reduzirá o risco de doenças cardíacas 

Um livro polêmico que combate a ideia de que é preciso baixar o colesterol com medicamentos para prevenir doenças cardíacas. Segundo os autores Jonny Bowden e Stephen Sinatra, o colesterol e a gordura saturada não são um caminho direto para as doenças cardíacas – e a prescrição padrão de dietas com baixo teor de gordura e de medicamentos da classe das estatinas está contribuindo para uma crise de saúde de proporções colossais. Eles revelam os dados científicos pouco rigorosos, a manipulação de pesquisas e a ganância empresarial que perpetuaram o mito, além de identificar os verdadeiros culpados pelas doenças cardíacas – entre os quais o açúcar (não a gordura), a inflamação, o estresse e as dietas com alto teor de carboidratos, repletas de alimentos industrializados. Com base nos estudos e descobertas clínicas mais recentes, O mito do colesterol oferece um plano livre de estatinas para prevenir, controlar e reverter as doenças cardíacas, promovendo a saúde por toda a vida. Tradução de Jefferson Luiz Camargo e Waldéa Barcellos.